The reason for all.
Entre alma adentro, pactue com a vida o seu destino, não indague o que ela quer de você, mas o que você quer dela. Não a veja como um peso, mas como uma aventura. Desaperte este nó na garganta, este medo de existir, este receio da descoberta, do novo, do inusitado. Escolha o caminho do silêncio, e vá sozinha… só por um período, mas não se esqueça de aperceber-se da sutileza das pequenas coisas, dos pequenos gestos, das poucas palavras, e das gentilezas. Para não naufragar às vezes é preciso jogar no mar os supérfluos. Olhe no que tens em sua bagagem, no que carregas em demasia. Alguns sentimentos pesam mais que coisas, que objetos, pode ser que tenhas em sua mochila toneladas de soberba, alguns quilos de arrogância, e alguns frascos de insolência. Jogue tudo fora… transite pelo palco da vida, com o mínimo. Tenha o mínimo de sensatez… o mínimo de prudência, e que possa olhar com amor para as pessoas e para você mesmo. E que as decisões que tomará ao longo da vida, não fira, não machuque, não destrua alma de ninguém. Que suas decisões contenham amor. Sempre…